
De olhar em olhar,
Do que vivi, ao voltar,
Amigos - os verdadeiros,
Parecem sempre os mesmos.
Nestes instantes de memória,
Não há passado,
Sequer eu fui.
É como se a ternura do olhar,
Pudesse todo o Universo encerrar:
É sempre presente, no vórtice do coração.
